O que as pessoas dizem depois do programa
Histórias de quem passou pelo Engenho e chegou a um lugar mais claro com as próprias finanças.
Página Inicial8+
Anos de atividade
640+
Participantes
4.8
Avaliação média
93%
Recomendam o programa
Depoimentos
Palavras de quem participou dos programas — nas suas próprias palavras, sem edição.
Célia Rodrigues
Professora aposentada — Recife, PE
"Passei a vida inteira com medo de olhar para o extrato. No Engenho aprendi a encarar os números sem drama. O facilitador foi paciente, nunca me fez sentir burra por não saber certas coisas básicas. Terminei o primeiro programa com um plano mensal que de fato uso."
Maio de 2025 — Programa 1
Marcos Nascimento
Engenheiro civil — Caruaru, PE
"Fiz o segundo programa por vídeo, já que moro em Caruaru. Funcionou bem. O conteúdo sobre INSS foi muito mais útil do que tudo o que havia lido antes — linguagem direta, sem rodeios. Só senti falta de um pouco mais de tempo nas últimas sessões, que ficaram um tanto corridas."
Abril de 2025 — Programa 2
Sônia Ferreira
Comerciante — Olinda, PE
"Meu marido e eu fizemos o terceiro programa juntos. Foi a primeira vez que sentamos para falar de dinheiro sem brigar. O guia familiar que levamos para casa ajudou muito — está na gaveta da escrivaninha e já consultamos mais de uma vez."
Maio de 2025 — Programa 3
José Almeida
Médico — Recife, PE
"Trabalho na saúde há 25 anos e nunca aprendi nada sobre finanças. Pior, achei que por ganhar bem não precisava. O Engenho me ajudou a ver que renda boa sem organização vai embora do mesmo jeito. Fiz os três programas e estou satisfeito com os resultados."
Março de 2025 — Programas 1, 2 e 3
Luiza Barros
Servidora pública — Recife, PE
"Aprendi mais sobre o Tesouro Direto em duas sessões do que em anos lendo artigos na internet. A diferença é que aqui eu podia perguntar, voltar atrás, pedir exemplo com os meus próprios números. O programa é caro? É o que eu pagaria por uma consulta com especialista — e duraria muito menos."
Abril de 2025 — Programa 3
Paulo Teixeira
Contador autônomo — Recife, PE
"Sou contador e ainda assim aprendi coisas no programa de aposentadoria. Existe uma diferença entre saber fazer a conta dos outros e organizar a sua própria cabeça para o futuro. A Mariana conduziu as sessões com muita calma e deixou espaço para cada um processar no próprio ritmo."
Maio de 2025 — Programa 2
Histórias em detalhe
Três percursos reais — do ponto de partida ao que ficou ao final do programa.
Da papelada solta ao plano funcional
O ponto de partida
Dona Vera, 54 anos, servidora federal em pré-aposentadoria, chegou ao Engenho com uma caixa de sapatos de extratos e contas. Sabia que ganhava bem, mas nunca conseguira organizar o que entrava e o que saía. A aposentadoria estava chegando e ela não tinha ideia de para onde ia o dinheiro.
O que foi feito
Participou do primeiro programa — quatro sessões, com ajuda para digitalizar os extratos, categorizar os gastos e identificar o que era essencial e o que era inércia. Na terceira sessão montou seu primeiro plano mensal real.
O que ficou
Ao final das quatro semanas, tinha clareza sobre onde ia cerca de 80% do que ganhava — o que já era mais do que havia conseguido em anos. Dois meses depois procurou o Engenho novamente para o programa de aposentadoria.
"Não aprendi a ser rica. Aprendi a saber onde o dinheiro está. Parece pouco, mas pra mim foi uma virada."
Do medo da aposentadoria ao plano no papel
O ponto de partida
Antônio, 48 anos, autônomo em serviços de TI, contribuía para o INSS de forma irregular há anos. Sabia que precisava resolver isso, mas cada vez que tentava entender as regras desistia na metade. Temia não ter renda suficiente no futuro.
O que foi feito
Fez o segundo programa e, com a ajuda do facilitador Roberto, consultou o CNIS, entendeu seu tempo de contribuição real e calculou o que faltava para atingir a aposentadoria por tempo de contribuição. Também explorou a opção de previdência privada como complemento.
O que ficou
Saiu com um plano de contribuição para os próximos 7 anos, com valores mensais viáveis. Não é certeza absoluta — nenhum plano é — mas passou a agir com base em números reais em vez de suposições.
"Saí sabendo exatamente o que preciso contribuir e até quando. Isso tinha um peso imenso que eu carregava sem perceber."
Conversas sobre herança que nunca tinham acontecido
O ponto de partida
Lúcia e Renato, 61 e 63 anos, têm dois filhos adultos e um apartamento em Boa Viagem, além de algumas aplicações financeiras. Nunca haviam conversado sobre o que aconteceria com o patrimônio — o assunto era evitado como se falar fosse atrair o azar.
O que foi feito
Participaram juntos do terceiro programa. A facilitadora Fernanda apresentou o tema da herança de forma prática e sem dramatismo, explicando as opções disponíveis — e o guia familiar os ajudou a estruturar o que precisaria ser documentado.
O que ficou
Saíram com o guia preenchido e com clareza sobre os próximos passos — que incluíam uma consulta a um tabelião, algo que nunca teriam agendado sem esse programa. Disseram que a conversa foi o maior resultado, não o documento.
"A gente conversou coisas que estavam engavetadas há dez anos. O programa foi a desculpa que faltava."
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